sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Histórias de personagens: VINCENT o mago pistoleiro

Prelúdio Vincent Valentine 
Interpreta por Henrique Goes



 - Você é bem frio em alguns momentos, mas em outros você pega fogo
 - Fogo hum... Talvez...
Cloud e Vincent


Vincent um guerreiro da dimensão de Hades, também conhecido como Submundo. É para lá que vão as almas daqueles que morrem em qualquer um dos planos. As almas malignas acabam aprisionadas, onde devem passar a eternidade se arrependendo de seus pecados. Já as almas boas vivem livremente, aguardando pela sua reencarnação, ao lado dos nativos da dimensão, os seres conhecidos como Haros.

Vincet faz parte de uma família da tribo dos Haros, cujos membros sempre atuaram como guardiões do Submundo. Quando ainda era criança, seu pai era um famoso Caçador de Recompensas, os guerreiros responsáveis por deter os seres sombrios que por ventura consigam escapar de Hades. Para Vincent, ele era o maior herói do mundo e o modelo no qual espelhava todos os seus sonhos.

Contudo, esses sonhos foram destruídos tragicamente quando, durante uma missão que o levou ao mundo de Immoen seu pai acabou se envolvendo com uma humana e abandonando Vincet por conta própria, nunca mais regressando a Hades. Isso traumatizou profundamente o garoto e fez com que Vincet crescesse para se tornar um jovem cínico e amargurado, incapaz de confiar novamente em outras pessoas. Por isso, ele não acredita em amizade e detesta que tentem se aproximar dele, preferindo sempre agir sozinho a depender dos outros. Para Vincent, a única pessoa em que ele pode confiar é em si mesmo.

Após tal trauma ele decidiu se tornar o Novo maior caçador de recompensas do mundo. Os Caçadores de Recompensas são os guerreiros de Hades responsáveis por perseguir os espíritos malignos que consigam escapar da prisão do Submundo. Estes guerreiros possuem habilidades especiais, capazes de enviar os fugitivos de volta para o Submundo, ou mesmo exorcizá-los permanentemente, dependendo da situação.

Entre os Caçadores de Recompensas mais famosos de Hades se encontrava o pai de Vincent. Entretanto, enquanto para os Haros ele ainda é visto como um herói, para Vincent ele é uma pessoa detestável, que o ensinou o significado da palavra traição ao abandoná-lo à própria sorte. Vincent nunca perdoou o pai por isso e passou a odiá-lo ainda mais quando descobriu que ele teve outro filho, Joey, um mestiço, com a mortal com quem ele ficou em Immoren.

Vincent chegou a ir atrás desse mestiço apenas para encontrá-lo aprisionado como uma aberração numa espécie de circo. Enojado diante da criatura fraca e patética que era seu meio-irmão, Vincent o abandonou à própria sorte, sem saber que Joey na verdade tinha arquitetado tudo para que Vincent não tivesse interesse nele.

Para apagar de uma vez por todas qualquer memória a respeito do pai, Vincent decidiu se tornar um Caçador de Recompensas ainda mais famoso e popular do que ele, tomando para si a posição e o status que uma vez foram de seu progenitor. Armado com suas pistolas Cerberus, Vincent passou a ir atrás dos contratos mais perigosos, perseguindo os espíritos malignos mais poderosos que podia encontrar. Essa obsessão acabou o levando de volta ao mundo de Immoren, quando o diabólico espírito de Zidler e seu Circo dos Pesadelos escaparam do Submundo.

Enquanto perseguia as criaturas do Circo, Vincent finalmente compreendeu que, quando elas ainda eram vivas, haviam sido mortas pelo poder da “Chama Azul”, uma energia mística que era característica do seu pai. Determinado a encontrar a fonte daquele poder, qual não foi a surpresa de Vincent ao descobrir que o responsável não era seu pai, mas na verdade seu meio-irmão, agora bem mais poderoso do que quando o viu pela última vez. E pelo visto ele tinha conseguido sair do Circo e provavelmente tinha sido treinado por alguém.

Enquanto estava tentando voltar para o mundo de Hades, Vincent entrou dentro de um espelho e foi parar dentro de uma dimensão chamada Carceria, um lugar que em pouco tempo ele descobriu que era chamada de "Plano Prisão dos Deuses" O que deixou ele extremamente raivoso com tudo aquilo. Em pouco tempo naquela dimensão hostil ele aprendeu a se tornar um Rastreador e com isso foi capaz de aprender a invocar uma Espada espiritual usada a muito tempo atrás por seu pai, mas aquela espada estava incompleta e assim isso o impossibilitou de fazer a total transição de um Caçador de Recompensas para um Caçador de Recompensas Rastreador.

Dentre essas andanças ele conheceu um grupo de pessoas que também entraram pelo mesmo espelho que ele e estavam lá, mesmo desconfiado ele os seguiu para ver no que dava, no começo foi bem sínico e apenas estava se aproveitando deles, mas no momento em que quase morreu quando uma "Deusa" Chamada Lot desceu até onde eles estavam e quase os mataram. Por medo de morrer sem terminar seu objetivo de vida ele invocou o poder de uma Deusa chamada Cyriss, a Deusa que ele havia conhecido quando passava por Immoren, a Deusa respondeu e o salvou e disse que ele precisava ajudar os outros a evoluir.

Depois que tudo acabou ele recebeu uma grande missão junto de sua equipe; Vencer o torneio e sair de Carceria. Na primeira luta que ele não lutou, o seu companheiro Amiel havia pego o anel do fogo e colocou no dedo junto ao da Metamagia, o que criou um colapso, e para não haver mais problemas ele virou o portador do anel do fogo.

Logo depois quando estreio em sua primeiro luta, ele lutou contra Ace, o homem de fogo que carregava consigo duas pistolas que o deixou muito confuso, elas se chamavam Scarlets, duas pistolas douradas que apenas o melhor caçador de Hades poderia usar-las. E após matar-lo ele virou o novo portador dela.

Após tudo isso, seu grupo Umbral e Varia se juntaram e começaram a lutar para vencer o torneio mais rápido. Varia lutou contra os Ninjas e nós contra os Anjos e demônios, o meio da sanguinária luta o Dragão negro levou Kawabara para sombras removendo o selo dele e trazendo consigo um Verme gigante que atacou um Deus da Morte.

Quando todos voltaram a vida para poder matar o Verme, nisso Vincent retornou a vida e sentiu algo o chamando atenção e foi até la ver, nesse momento ele se tocou que aquela era a verdadeira Espada Espiritual idêntica a de seu pai, ele a pegou de um morto chamado Hiei, a espada o aceitou sem menores problemas. Após voltar ao quarto com o Deus da morte vivo, ele descobriu que na verdade ele era o Deus das Trevas, e após um breve diálogo o Deus das Trevas decidiu quebrar o Anel do fogo de Vincent fazendo toda aquela essência entrar dentro de seu corpo o fazendo se tornar apenas um com o Anel.


Agora Vincent só pensa em matar os últimos inimigos em Carceria, voltar para as terras de Hades e mostrar a todos sua grande aventura na esperança de se mostrar muito superior a seu pai. E agora com duas fases concluídas que era ter a Scarlet e a Espada Espiritual, só falta a ele conseguir os últimos 2 tesouros Raptura que é uma escopeta e Juiz das Almas que é uma Mini-Gun de mão. O que será do futuro dele agora? Nem Hades sabe.

Histórias de personagens: KRAUSER o ladino da mão negra

Krauser Orihara por Joalison interpretado por Henrique

Krauser; Se apresentando .

"Um Humano, um Halfling, um Dragão...
O que sou não, sei o que tenho apenas meus amigos"

O universo entrou na idade das trevas quando o próprio deus sombrio decidiu viver uma experiência humana, sua saída deu oportunidade do caos reinar, fugindo deste caos, o rei dragão das sombras encontrou em Immoren Ocidental o seu refugio, no pequenino ovo de um dragão radiante, quando este chocou seu filhote guardava dentro de seu interior uma imensidade de sombras e estas mudaram de tal forma  sua própria fisiologia que ele caiu das nuvens e ficou perdido pelos pântanos da cidade de Corvis.

Adotado por uma Halfling, Krauser nunca desconfiou da fisiologia diferente de sua família, sempre se sentiu amado e amou sua família adotiva. Em um cruel golpe do destino Krauser perde toda sua família, quando na chegada do bizarro Barão Vladmir Harkonnem escolhe como prato principal a doce carne dos halflings e arcreditando que Krauser fosse um halfling gigante passa a caça-lo.

Amiel, amigo de Krauser e que também teve sua família dizimada com a chegado do barão, Amiel desenvolveu dons místicos e Krauser teve de sobreviver pelas ruas de Corvis, como uma ladrão e depois para sobreviver como um ladrão teve de se tornar um assassino, oferecendo sua lealdade para a mãe negra que o acolheu como um filho.
Krauser passou a viver bem, como um assassino se tornou um homem rico, trabalhando para comerciantes e políticos, trabalho após trabalho ele se tornou uma pessoa fria e distante de sua humanidade, esta só era readquirida ao encontrar Samuel, seu amigo padre, que mesmo sabendo de suas atividades sempre o tratou como irmão, pai e conselheiro, este e Amiel eram os únicos amigos que Krauser possuía.
Após um trágico incidente, Corvis foi atacada  por um exercito de mortos vivos, a cidade foi devastada, e Krauser foi em busca de seu amigo Amiel, que devido a fragilidade de seu corpo seria facilmente morto pelos zumbis, ao chegar no quarto deste, a única coisa intacta era um gigantesco espelho cuja moldura era feita de ouro. Ao tocar nesta moldura Krauser foi sugado por um portal que o levou a CARCERIA, a prisão eterna.
Em Carceria Krauser encontrou Amiel, e em um torneio foi responsável pela morte de seu amigo Samuel, ainda neste torneio sua equipe foi atacada por um verme das trevas, enviado pelo Deus das Bestas, nesta batalha Krauser descobriu a reencarnação de Kelthan, Deus supremo das trevas. Com medo do que poderia acontecer o rei dragão sombrio saiu do corpo de Krauser liberando do domínio das trevas e permitindo que ele se torna-se novamente um ser radiante.


Apos ver oque tinha feito perceber seus atos decidiu se redimir com o universo Indo ao caminho da luz, Krauser decidiu dedicar a sua vida a liberdade de todos os oprimidos, ascendendo junto a Morrow em sua nobre causa, nã importando espécie, raça ou povo, todos seriam livres. Krauser iria retirar as correntes que prendiam os bons e justos.


Um dragão da luz, assassino de opressores, preso em seu passado de magoas fadado a libertar e ser livre junto a todos que ajudar.
Krauser deixa seu recado aos povos.

 -          Sejam livres de tudo.

Histórias de personagens: DMITRI o Cavaleiro Exemplar

­­­­­­­­­História de Dmitri, por Carlos Phelipe:
interpretado por Henrique Góes.

-           Sou Dmitri, não sei bem o que dizer, nem por onde começar, de minha historia, boa parte do que sei me foi dito e essa é a historia da minha vida.

Fui encontrado em um vale límpido, havia um lago, de águas claras onde se viam os peixes, de todos os tamanhos e cores formando uma pintura exótica e esplendorosa. Era uma criança feliz, divertindo se entre as folhagens dos pastos e das cerejeiras e em baixo de uma destas fui encontrado por Rorschach, paladino da ordem de Menoth, da região do protetorado em Immorem Ocidental, continente conhecido de Caen.

Espantado com o encontro, Rorschach agradeceu a Menoth pela confiança de achar aquela criança perdida, limpou meu rosto nas aguas do lago me batizando.

 -          Ó Menoth, em plena caça as bruxas que sujam este mundo, coloca diante de mim um refugiado desta guerra, um herege, filho do fogo e das cinzas, o que seria deste se fosse encontrado por outro de nossa ordem, outros cavalheiros não acietariam a vida de um herege, mas eu enxergo seu afeto ó Menoth. O que deseja é a purificação desta alma? 

-            Com minha vontade senhor, eu irei purifica-lo, não haverá mais um herege no mundo esse jovem será grandioso e um dia, um dia, será o responsável pelo extermínio de todas as bruxas.

Fui levado ao templo de Menoth, para cumprir sua vontade ou para satisfazer as alucinações de um fiel seguidor naquele dia meu destino foi traçado, crescendo entre paladinos e clérigos me tornei um dos mais devotos seguidores de Menoth, colocando minha fé acima de tudo e de todos.

Assim, deixei de lado minha humanidade para assumir uma convicção cega ao Deus que me salvou no passado. Na batalha, eu era implacável, enquanto outros paladinos se protegiam mutuamente eu desprezava a amizade, companheirismo e o afeto, erguendo minha espada em nome de uma fé cega, que nunca questionava o quanto realmente Menoth se importava com seus súditos.

No dia em que me tornei um cavaleiro exemplar, Rorschach orgulhoso me levou ao templo de Goron, onde fiz meu voto de obediência cega e recebi a mais importante missão, matar e purificar Alexia, refugiada da queima das bruxas, portadora do dom da necromancia e profanadora das terras de Menoth. Ao receber a missão não pensi em mais nada, ela tinha de ser executada em honra a Menoth.

Mas hoje, após presenciar coisas impossíveis, conhecer novas terras, povos e até Deuses, percebo que na minha vida nunca fiz nada por escolha própria, meu companheiros faleceram, pois eu não os protegi, meu irmão de fé, meu verdadeiro salvador deu sua vida para que a missão fosse cumprida e isso me despertou.

As pessoas faziam mais uma pelas outras do que o próprio Menoth sempre fez, eles se protegiam, se ajudavam, davam importância aos sofredores a sua volta, companheirismo e lealdade eram mais importante que ideologias.
Menoth não me protegeu enquanto eu estava na prisão drow servindo de alimento e depois regenerado numa tortura eterna, virando comida para aquela raça desprezível, que mesmo eles, valorizavam o companheirismo.

As pessoas e mesmo meus companheiros, morreram protegendo aquilo que achavam ser a paz e as pessoas que Alexia havia ressucitado, eram almas atormentadas.

Meu tormento cresceu, a cada companheiro morto minha alma era imundada por um fogo de revolta, foi num destes momentos em que vi Rorschach cair de seu cavalo e a lança do nosso inimigo atravessando seu corpo que imediatamente caiu, quando seus olhos voltaram para mim eu não pude fazer nada. Alexia, minha vitia, fugia, auxilida por um dragao demoníaco, perdi meus companheiros sem poder prestas nenhum auxilio a ees, numa guerra que não era minha, numa caçada há alguém que na guerra contra a bruxaria também havia se tornado órfão.

 -          Fico pensando, se fosse eu criado por bruxas e Alexia por Rorschach, ela seria a caçadora e eu a caça, Menoth nunca fez nada pelos oprimidos e pelos filhos da guerra, por isso AGORA... TENHO A OPORTUNIDADE DE FALAR ISTO POR TODOS OS MEUS COMPANHEIROS:

- "MENOTH, prefiro ficar ao lado daqueles que me salvaram enquanto você não fez nada do que ficar ao lado de um Deus que preza a sua "Paz" sem seus homens, somos apenas fantoches para você?! Prefiro matar Alexia ao deixar você nascer!"

E agora, após uma escuridão profunda, acordo com Sheeva apontando para Vincent e então sinto que meu sorriso aumentou como sorriso de quando eu era um bebê e ria de Rorschach que limpava meu rosto, agora a amizade é maior do que qualquer Deus que exista e quero que o mundo continue assim, as palavras de Drauser me comoveram, aquela história de salvar pessoas de diversas raças, gostei disto! 



Olho para meus braços e minha armadura esta negra, mas minha consciência esta tão limpa, tão clara como aquela água...

Ah, meu sorriso realmente aumentou, estou sentido ele próximo as orelhas e meus cabelos agora tocam os pés e minha espada, aquela falsa luz de esperança vinda de Menoth se esvaiu e agora é outra. Bom, tudo que fizeram por mim amigos... irmãos! Não sera em vão.

E aquela... ou aquele homem... mulher vestida de rosa controlada por Menoth pagará pelos teus atos e irei mais do que Ostracizar a própria alma dela para Menoth sentir o que ele criou, ou melhor... o que Rorschach elevou, esse Algoz do que me tornei hoje e agora me denomino como Zé Dmitri Rorschach.

GET READY FOR THE NEXT BATTLE!



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Para iniciar uma nova campanha assisti um episódio do Shaka de Virgem com buda (http://www.youtube.com/watch?v=SXyH4-AZ2mM), foi inspirador, e este foi o resultado "A queda do Reino das trevas".


 - Kelthan... Keltha...
Por que olha seu reino com tristeza?
Vejo, dia após dia, numa cronologia humana, você contempla seu reino com tristeza em sua alma, porque?
O que pode perturbar um Deus assim?
 - Mais uma vez vi o reino de trevas e sombras se expandir, um novo mundo surge e eu espelho sua matéria nesta dimensão de sombras.
Vejo, um mundo novo de possibilidades, mas estamos presos, a repetir nosso padrão, meus piratas levam a escuridão aos homens, estes evoluem com medo de serem dominados... E nós, não existe evolução em nosso reino, vejo meus seguidores apunhalando uns aos outros pelas costas, não há mudança, só existe morte e sofrimento, percebo que eu, sou escravo deste padrão...
 - Kelthan, isto te deixa decepcionado?
 - Sim, me decepciono comigo, cada vez que deixo de evoluir, meu povo sofre por mil anos, o tempo para mim passa de forma diferente, só existe sofrimento em meu reino e, nada disso muda, nunca...
                Eu ofereço a eles somente uma vida de agonia... do mais fraco ao mais forte e isso nunca muda.
 - Kelthan, isso não deveria ser assim...
                Onde há agonia também deve haver felicidade, o oposto também é verdade.
                Mas tudo em seu reino se torna permanente, a vida é igual todos os dias, você esta certo não existe mudança.
 - Fenrir, meu reino é conhecido por ser um reino em eterna mudança, sempre se expandindo, sempre se alterando, o mundo espiritual é inalterável desde sempre, seu reino esta estagnado.
                Fenrir, mas mesmo assim os seres nele vivem em eterna evolução, porque isso não ocorre aqui?
 - Kelthan, seu mundo não esta em eterna mudança, seu mundo foge do centro, ele foge de você!
Pois ele teme ficar estagnado, você é assim, a vida de um humano comparada a sua consciência é um mero piscar de olhos…
Neste curto tempo, um humano ri, chora, luta, é ferido, se regozija, se entristece, odeia alguém, ama alguém…
Ao criar as sombras você as colocou nunca condição de estagnação, hoje, este é o resultado, resultado da condição de sua alma...

 - Fenrir, eu contaminei tudo a minha volta, não desejo este destino a meu reino...

 - Kelthan, você se afastou das necessidades de seu povo...

 - Fenrir eu preciso reparar meu erro...

 - Kelthan, você precisa aprender que as mudanças devem ocorrer no tempo de vida de um ser humano...

 - Aprender que as mudanças devem ser observadas até  pelos humanos...

 - Kelthan, você precisa vivenciar a existência humana...

 - Fenrir, eu preciso morrer.



Link para Versão PDf com imagens

 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Criatividade dos jogadores, trabalho para o narrador.


Um dos benefícios do RPG, é permitir aos seus jogadores a oportunidade de criar novos enredos, contextos e até itens que funcionem como ego auxiliar. Neste tópico surgiu numa mesa sessão no colégio Prof. Giulio David Leone, a solicitação vivenciar o anime e mangá Katekyō Hitman Reborn.


Katekyō Hitman Reborn conta a história de Sawada Tsunayoshi, chamado por seus amigos apenas de Tsuna. Conhecido na sua escola como o "bom-em-nada-Tsuna" Por sua falta de habilidade nos estudos e nos esportes. Tsuna está em seu primeiro ano no colegial e é apaixonado por sua colega de classe: Sasagawa Kyoko. Certo dia em sua casa Tsuna recebe um estranho bebê, chamado Reborn, que se auto intitula um hitman e diz ser seu professor particular para que se torne o próximo líder da Família Vongola, uma poderosa família da máfia Italiana. Desde então, Tsuna, junto de Reborn e seus amigos, encara desafios e perigos enquanto é treinado para se tornar um bom mafioso. Fonte: wikipedia  21h28min de 6 de outubro de 2013.


Os participantes, escolares do ensino fundamental desejavam conquistar o direito de utilizar os anéis mágicos para enfrentarem os desafios encontrados ao longo da jornada do herói. Numa adaptação ao enredo escolhido por eles e com ajuda de publicações antigas de RG nacional, criei os anéis, e para consulta disponibilizarei alguns deles aqui no blog. Vejam as adaptações.


Os dons dos anéis estão separados em três categorias e alcançam um total de 12 níveis, concomitantes com o avanço dos personagens, não sendo conhecidos dons acima do nível 12.

Fogo Totem da Salamandra
Água Totem da Ondina
Terra Totem do Golem
Ar Totem do Sylpho
Luz Totem dos Anjos
Trevas Totem dos Anjos Caídos